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McDonald’s usa Snapchat para anunciar 250 mil vagas nos EUA
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O McDonald's anunciou que pretende contratar 250 mil pessoas nos Estados Unidos, segundo o site da rede americana CNN. Além do número, chama a atenção a forma escolhida para divulgar essas vagas: o aplicativo Snapchat. Nele, o candidato pode iniciar o processo de inscrição para o emprego.

Funciona assim: a empresa vai lançar uma série de anúncios com dez segundos de duração. Os vídeos vão mostrar funcionários da rede dizendo o que gostam em seu trabalho.

Ao passar o dedo pela tela durante o vídeo, os candidatos são direcionados para uma página de inscrição, onde poderão se inscrever no processo para uma vaga nos restaurantes.

Foco nos jovens

Com a iniciativa, a empresa mira a contratação de jovens entre 16 e 24 anos. Anualmente, o número de pessoas nessa faixa etária em busca de emprego aumenta entre abril e julho, período de férias escolares no país, segundo dados do governo norte-americano.

Não é a primeira vez que a companhia foca a contratação de pessoas desse grupo nos EUA, mas ela afirma que neste ano o número de vagas aumentou, segundo a CNN.

Atualmente, há cerca de 850 mil funcionários nos restaurantes do McDonald's nos EUA.

Snapchat já foi usado para contratar

Não é a primeira vez que o McDonald's usa o Snapchat como forma de contratação. Um método parecido já foi usado pela rede na Austrália, segundo o site Business Insider.

Os candidatos tiveram de enviar um vídeo de 10 segundos, usando um filtro no aplicativo que fazia com que eles aparecessem vestindo um uniforme da rede.

Essa foi a primeira etapa do processo seletivo, segundo o site.

Em nota ao UOL, o McDonald's Brasil afirmou que ''atualmente não tem nada previsto'' sobre a possibilidade de tomar uma iniciativa do tipo no país, mas segue ''atento para a implementação de ferramentas que possam auxiliar em contratações''.

Diz, ainda, que disponibiliza vagas em seu site institucional e recebe currículos diretamente nos restaurantes.


Isto te ajudará a escrever um e-mail crítico no trabalho sem ser ofensivo
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Fazer uma crítica ou discordar de alguém por e-mail pode ser desagradável, mas muitas vezes é necessário em um ambiente de trabalho.

Alguns problemas ou assuntos mais leves e corriqueiros não precisam ser tratados pessoalmente ou por telefone, porque seria uma reação exagerada e até dar um peso desnecessário à situação. Nesses casos, o e-mail é a melhor ferramenta.

Se não forem bem escritas, porém, as mensagens podem ser mal-interpretadas, por mais simples ou positivas que sejam. E isso é ainda pior quando o conteúdo é duro ou crítico.

Em artigo publicado no site de carreiras The Muse, a especialista em trabalho Sara McCord compartilhou uma fómula que segue na hora de escrever esses e-mails mais complicados, para evitar mal-entendidos e amenizar conflitos:

1ª Linha: Diga algo amigável

Segundo a autora, ajuda ser amigável no começo da mensagem. Imagine que é uma conversa cara a cara.

Colocar uma frase curta e simpática, mesmo que pareça superficial, ajuda. Por exemplo: ''Como foi o seu final de semana?'' ou ''espero que esteja tudo bem''.

2ª linha: Agradeça

Não comece falando diretamente sobre o que a pessoa fez de errado. Antes, reconheça o esforço e tempo gastos por ela com a atividade.

Algo simples, como: ''Muito obrigado pelo [trabalho/tempo/esforço] gasto nisso''.

3ª linha: Aponte algo positivo

É importante reconhecer ao menos uma atitude positiva ou qualidade da pessoa no desempenho daquela atividade ou função.

Nesse ponto, porém, é necessário tomar alguns cuidados. Primeiro, obviamente, seja sincero. Também não enrole muito, para não parecer que esteja evitando o assunto e também não tire o foco da mensagem principal, que virá na sequência.

Texto principal:

A autora defende que é importante explicar por que você está tomando aquela decisão, por que você decidiu fazer as coisas de uma maneira diferente.

Isso mostra consideração pelo outro, que não está discordando sem motivo.

Aqui, mais uma vez é necessário ser direto, sem falar sobre os erros além do necessário. Para isso, descreva que mudança você fez no projeto e qual a razão.

Se for mais de uma mudança, coloque em tópicos.

Última linha:

Para fechar, pergunte se a pessoa gostaria de saber alguma coisa ou precisa de um esclarecimento adicional. Isso mostra que você está aberto a ouvir, e valoriza o outro.

Veja um exemplo proposto pela autora:

Caro [nome],

Como está sua semana?

Obrigado, novamente, por seu [tempo/trabalho] gasto com [o projeto].

Você realmente captou o espírito do projeto. Eu gostei, particularmente, de [ponto positivo].

Eu [fiz algumas mudanças/tomei uma direção diferente], que gostaria de explicar:

  • [Primeira mudança e como ela vai levar a um resultado positivo]
  • [Segunda mudança e como ela vai levar a um resultado positivo]
  • [Terceira mudança e como ela vai levar a um resultado positivo]

Por favor, me avise se tiver alguma dúvida!

Abraços,
[Seu nome]


Tem medo que robôs roubem o seu emprego? Site mostra a probabilidade
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A sua profissão vai existir no ano que vem? Provavelmente, sim. E daqui a 50 anos? É mais difícil dizer. Até lá, pode ser que um robô esteja em seu lugar.

O site americano ''Will Robots Take My Job?'' (''Robôs vão tirar meu emprego?'') pode ajudá-lo a prever as perspectivas da sua profissão para os próximos anos.

Ele foi feito com base em um estudo de 2013 dos pesquisadores Carl Benedikt Frey e Michael A. Osborne, que analisaram mais de 700 profissões e calcularam a probabilidade de que elas sejam automatizadas nos próximos anos, com o avanço de novas tecnologias.

Os taxistas e os motoristas particulares, por exemplo, têm 89% de chance de serem substituídos. Essa projeção faz sentido, já que diversas empresas têm investido no desenvolvimento de carros autônomos.

Caixas, como os de supermercado, têm uma situação ainda mais complicada, com 97% de risco de serem substituídos.

A pesquisa leva em conta dados dos EUA, mas os criadores do site afirmam que os resultados podem ser aplicados para outros países também.

Profissões que devem sumir

Entre as profissões que mais correm risco, estão operadores de telemarketing, relojoeiros e costureiros manuais, todos com 99% de chances de serem automatizadas nos próximos anos.

Na outra ponta da tabela, a profissão mais ''segura'' é a de terapeuta recreativo — profissional que planeja e executa atividades com pacientes em hospitais e casas de repouso, por exemplo. Ela tem apenas 0,28% de chance de ser computadorizada.

Pula, gira e corre! Robô Handle causa espanto por movimentos de superatleta


Jovem finge ser cliente para conseguir entrevista de emprego (e deu certo)
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O dinamarquês August Laustsen inventou uma empresa na qual ele exerce todos os cargos de chefia

August Laustsen inventou uma empresa na qual ele exerce todos os cargos. Foto: Reprodução

Cansado de enviar currículos, mas não ter um retorno sequer, o dinamarquês August Laustsen, 26, teve uma ideia diferente para chamar a atenção de agências de publicidade e conseguir uma entrevista de emprego.

De acordo com o site “AdWeek”, o jovem diretor de arte, que vive em Estocolmo, na Suécia, resolveu fingir ser o que todas as empresas procuram: um cliente. Ele enviou um e-mail para várias agências da capital sueca dizendo ser diretor de marketing de uma empresa chamada Emerih e estar à procura dos serviços delas.

No entanto, no e-mail enviado às agências, August alertava quer era fundamental que o departamento de criação desse uma olhada em seu site antes de seguir adiante. É nessa hora que a mentira é revelada. Em seu site, o jovem explica por que fingiu ser um cliente.

“Eu sei que diretores criativos recebem uma tonelada de e-mails de jovens talentos, mas nem sempre têm tempo para responder. Então, para conseguir a atenção de vocês e a possibilidade de mostrar o meu portfólio, eu fingi ser alguém com quem todos vocês gostariam de falar: um novo cliente”, diz a página.

August também explica que o nome de sua empresa também é falso. Na verdade, Emerih é “hire me” (contrate-me, em inglês) escrito ao contrário.

Além disso, o site funciona como uma espécie de currículo do jovem. Traz, de maneira humorada, informações sobre sua formação, empresas nas quais trabalhou e alguns de seus pontos fortes e fracos, algo que os recrutadores quase sempre perguntam.

E se você acha que os possíveis chefes de August ficaram irritados ao descobrirem que foram enganados, está equivocado. O jovem garantiu ao “AdWeek” que o retorno foi bastante positivo. Em quatro dias, ele diz ter conseguido sete entrevistas de emprego. Em uma delas, ele foi contratado.


Zuckerberg tem 12 pessoas só para tirar críticas de seu perfil no Facebook
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Zuckerberg

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook. Foto: Justin Sullivan/Getty Images/AFP

Você acha difícil gerenciar seu perfil no Facebook? Imagine Mark Zuckerberg, cofundador e diretor-executivo da rede social. Para ajudar nessa tarefa, ele conta com nada mais, nada menos que 12 funcionários, segundo informações da agência de notícias Bloomberg.

O trabalho dessa equipe se resume a apagar comentários negativos ou ofensivos postados no perfil de Zuckerberg.

Para escrever discursos e fazer postagens na rede social, o chefão do Facebook tem mais alguns funcionários.

Sem contar os fotógrafos profissionais, que o acompanham em eventos oficiais e retratam cenas de seu cotidiano, de uma corrida matinal a um beijo na filha. Essas imagens são imediatamente publicadas no perfil de Zuckerberg.

Bom moço

Tanta preocupação tem o objetivo de manter a imagem positiva do bilionário e de sua rede social.  Após o nascimento da filha, no final de 2015, Zuckerberg usou o Facebook para anunciar que, ao longo da vida, pretende doar 99% de sua fortuna para caridade. O patrimônio dele é atualmente avaliado em US$ 54,8 bilhões pela revista ''Forbes''.


Entrevista de emprego: se para você é um drama, para ele é motivo de piada
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Procurar emprego não é uma tarefa fácil. Os candidatos enfrentam muitos problemas no caminho para conquistar a tão sonhada vaga.

Noites em claro disparando currículos, anúncios com requisitos difíceis de serem alcançados, processos com inúmeras etapas que se arrastam por semanas, perguntas desagradáveis na entrevista, longas dinâmicas de grupo com atividades que parecem não levar a nada e a expectativa por uma resposta do RH que nunca chega são algumas das experiências ruins enfrentadas.

Isso para descobrir, ao final, que a vaga ficou com o sobrinho do dono da empresa.

Esse tipo de infortúnio é inspiração para as piadas de Raphael Palazzo, paulistano de 21 anos que criou e administra a ''Entrevistamento'', página do Facebook que brinca com o martírio para arranjar um emprego.

Grande parte dos memes da página, que tem mais de 570 mil curtidas, é criada com fotos de bancos de imagens da internet, em que o jovem escreve legendas engraçadas, como diálogos esdrúxulos entre candidatos e entrevistadores.

Ideia após frustração

Ele diz que a maioria das ideias é sua, mas também posta sugestões de seguidores, eventualmente. ''As ideias surgem a partir das experiências com processos seletivos, e também de relatos ou de situações que ainda vejo no dia a dia.''

Raphael Palazzo criou a página "Entrevistamento"

Raphael Palazzo criou a página ''Entrevistamento''

Palazzo diz que criou primeiro o perfil no Twitter há cerca de dois anos, após ficar frustrado com a longa seleção para um estágio em marketing de uma multinacional de varejo. ''Entre uma delas (etapas), não entraram mais em contato. Soube posteriormente que tiveram de abrir a mesma vaga novamente, após menos de três meses de contratação'', conta.

Recém-formado em publicidade e procurando emprego, ele diz que já passou por algumas situações ruins em processos. ''Em uma delas, a luz acabou na região, e tive de prosseguir a apresentação da dinâmica com uma lanterna que carregava na mochila. Infelizmente, não viram 'possuir uma lanterna' como um diferencial'', brinca.

Dinâmicas de grupo são odiadas

As dinâmicas de grupo, inclusive, são a pior parte da busca por trabalho, para ele e grande parte de seus seguidores.

''Há um consenso na página de que as dinâmicas em grupo são as mais odiadas e, ao mesmo tempo, uma das etapas onde mais são relatadas situações desagradáveis''

Mesmo caçoando tanto do trabalho dos profissionais de RH, Palazzo diz que eles não costumam ficar magoados. ''Incrivelmente, tenho um feedback muito bacana deles! O 'Entrevistamento' não é uma militância, então eu entendo que, de fato, nem sempre o RH tem culpa e, muitas vezes, os profissionais da área sofrem com o excesso de responsabilidades.''

Além do Facebook e do Twitter, o “Entrevistamento” também tem página no Instagram e canal no Youtube.

Jogo rápido

O Blog Happy Hour fez um jogo rápido por e-mail com Palazzo para saber se ele está afiado depois de tanta experiência com o mundo das entrevistas de emprego.

Happy Hour: Você está desempregado?

Raphael Palazzo: Eu não diria desempregado, eu diria que estou exercendo uma atividade não-remunerada com foco em prospecção de empresas interessadas em efetivação e crescimento profissional de terceiros que sejam, na verdade, minha pessoa.

HH: Quantos currículos você já imprimiu na vida?

RP: Aproximadamente o mesmo número de estrelas no céu.

HH: Qual é o seu maior defeito?

RP: Perfeccionista… Brincadeira, hahahahaha.

HH: Se você fosse um animal, qual seria?

RP: Uma formiga, pois ela é excelente em trabalho em equipe. (Brincadeira, um bicho-preguiça mesmo).

HH: O que gosta de fazer nas horas livres?

RP: Cursos de Excel… Avançar no mercado… Enviar currículos…

HH: Você fez intercâmbio?

RP: Claro! Morei em Londres! Na região de… É… Éééé… Do centro…

HH: Tem pacote Adobe ou pacote Office?

RP: Ambos. Eles são almas gêmeas. *—*

HH: O que prefere: vale-refeição ou refeitório da firma?

RP: VR! Sem dúvida, VR! Não que seja ruim aquele refeitório pequeno e abafado, com 25 funcionários e só um microondas, onde alguém chega com uma lasanha congelada e todos têm de esperar 15 minutos para esquentar sua comida.

HH: A culpa é sempre do estagiário?

RP: E de quem mais seria?

HH: Você sabe qual é o segredo para conseguir um emprego? Poderia passar para a gente?

RP: Claro que sei! O segredo consiste em seis palavrinhas mágicas: ''Tio, tem vaga lá na empresa?''.

Leia mais:


Patrão vende empresa a funcionários por preço mais baixo para evitar cortes
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Éric Belile decidiu vender sua empresa a funcionários

Éric Belile decidiu vender sua empresa a funcionários

Um empresário francês, prestes a se aposentar, decidiu vender sua empresa aos  próprios funcionários por um preço mais baixo em vez de fechar negócio com um grande grupo, segundo reportagens publicadas pela imprensa francesa.

Se vendesse a empresa a um grande grupo poderia ganhar mais dinheiro, mas haveria muitas demissões, disse Éric Belile, 56, dono da empresa de equipamentos de impressão La Générale de Bureautique. A empresa tem três agências na França e 40 funcionários.

Ele disse que deixará de ganhar 4 milhões de euros (cerca de R$ 13,5 milhões) em sete anos em dividendos. ''Eu amo meus funcionários'', disse.

Ele fechou um acordo com cinco executivos da empresa, que pagarão uma pequena quantia agora. O pagamento total deve ser feito depois, com os lucros da empresa.

''Eu devo isso aos empregados. Para mim, é natural que a empresa continue com a equipe: nós construímos todo o projeto. Não é uma decisão altruísta, é uma justa recompensa'', afirmou à imprensa francesa.

Ele irá treinar a equipe que comandará o negócio nos próximos cinco anos.


Empresa alemã deixa funcionários tirarem quantos dias de férias quiserem
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Ullrich Kastner é o fundador da start-up Myhotelshop.de

Ullrich Kastner é o fundador da start-up alemã Myhotelshop.de

Já pensou em tirar uns dias de férias a mais sem ter o salário descontado? Na Alemanha, uma start-up de marketing digital voltado para a indústria hoteleira permite que seus funcionários tirem quantos dias de férias quiserem –e sem ganhar menos por isso.

A Myhotelshop.de tem 37 funcionários. O presidente da empresa, Ullrich Kastner,  41 anos, disse ao jornal britânico ''Daily Mail'' que seus empregados não devem trabalhar de acordo com os regulamentos, mas trabalhar para um objetivo.

A permissão para tirar quantos dias de férias quiser será testada por um ano na empresa. Se der certo, poderá ser adotada definitivamente.

Kastner afirmou que sua maior surpresa com a nova política é que nenhum trabalho é deixado para trás. ''A equipe provou que pode assumir a responsabilidade. Isso é o mais importante para mim'', disse.

O empresário declarou, ainda, que os funcionários que tiraram mais dias de férias ficaram doentes com menos frequência que os demais colegas.

Os funcionários, por sua vez, aprovaram a iniciativa e passaram a chamar Kastner de ''melhor chefe do mundo''.


Barbearia de SP oferece corte grátis para quem tem entrevista de emprego
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Barbearia
Em meio à crise e com o desemprego em alta, uma barbearia paulistana decidiu ''dar uma força'' a homens com entrevista de emprego marcada, oferecendo cortes de cabelo e barba gratuitamente até 10 de dezembro.

A The Great Barber Shop anunciou a ajuda nas redes sociais. Quem tiver interesse deve agendar um horário em uma das duas unidades na capital paulista (Pinheiros e Vila Mascote). É preciso comprovar por e-mail que tem uma entrevista de emprego agendada.

A ideia da promoção surgiu em junho em uma conversa de bar, segundo Henrique Campos, um dos sócios da barbearia. Um amigo disse a ele que tinha uma entrevista naquela semana e que precisava cortar o cabelo para ir ''arrumadinho''. Campos ofereceu o corte gratuito em sua barbearia e pensou que poderia expandir a iniciativa.

''Achei que poderia ser uma ação legal, porque muita gente não tem grana para pagar um corte de R$ 60 em uma barbearia'', afirma. Além de ajudar, é uma forma de promover o negócio, diz ele.

A promoção está sujeita à disponibilidade de horários. Confira a postagem feita pela barbearia, com mais informações:


Empresa procura estagiário em engenharia que seja “mestre Pokémon”
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Uma empresa de São Paulo quer contratar um estagiário para a área de Business Intelligence (inteligência empresarial, em inglês). A vaga é voltada para engenheiros –até aí, nada fora do comum. O inusitado é que eles estão em busca de alguém que seja um ''mestre Pokémon''.

Pokémon é uma popular série de games e desenhos animados, na qual personagens precisam capturar monstrinhos (os Pokémon), que são colocados para lutar entre si. Mestres Pokémon são os especialistas nessa ''arte'' da captura.

A franquia ganhou destaque recentemente com o lançamento do Pokémon Go, um jogo de celular no qual os usuários precisam encontrar monstrinhos escondidos no mundo real. O jogo virou febre nos países em que já foi lançado, mas ainda não tem data para estreia no Brasil.

A vaga é para trabalhar no GetNinjas, um site em que profissionais podem oferecer vários tipos de serviços, como assistência técnica para eletrônicos, aulas de idiomas e acompanhamento de idosos.

Mas o que ser um ''meste Pokémon'' tem a ver com as funções do estágio?

Segundo a GetNinjas, gostar dos personagens e do jogo indica que o candidato tem o perfil ideal para trabalhar na empresa, uma startup cheia de ''geeks'' –jovens apaixonados por tecnologia e cultura pop.

Além disso, a realidade aumentada – recurso utilizado pelo jogo – pode ser muito importante para o negócio no futuro, diz o fundador do GetNinjas, Eduardo L’Hotelier.

A realidade aumentada é a interação entre o mundo real com a realidade virtual, geralmente por meio de uma tela – como a de um smartphone ou tablet, por exemplo.

Gostar de games não basta para conquistar a vaga. Na descrição de requisitos, a empresa cita outras habilidades necessárias, como análise de dados, criação de relatórios e acompanhamento de indicadores.

O valor da bolsa estágio não foi informado. A empresa diz que oferece benefícios como plano de saúde, vale-transporte e vale-refeição.

Para se candidatar e ver mais detalhes, entre no site: http://zip.net/bxtqXG (link encurtado e seguro).