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Barbearia de SP oferece corte grátis para quem tem entrevista de emprego
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Barbearia
Em meio à crise e com o desemprego em alta, uma barbearia paulistana decidiu ''dar uma força'' a homens com entrevista de emprego marcada, oferecendo cortes de cabelo e barba gratuitamente até 10 de dezembro.

A The Great Barber Shop anunciou a ajuda nas redes sociais. Quem tiver interesse deve agendar um horário em uma das duas unidades na capital paulista (Pinheiros e Vila Mascote). É preciso comprovar por e-mail que tem uma entrevista de emprego agendada.

A ideia da promoção surgiu em junho em uma conversa de bar, segundo Henrique Campos, um dos sócios da barbearia. Um amigo disse a ele que tinha uma entrevista naquela semana e que precisava cortar o cabelo para ir ''arrumadinho''. Campos ofereceu o corte gratuito em sua barbearia e pensou que poderia expandir a iniciativa.

''Achei que poderia ser uma ação legal, porque muita gente não tem grana para pagar um corte de R$ 60 em uma barbearia'', afirma. Além de ajudar, é uma forma de promover o negócio, diz ele.

A promoção está sujeita à disponibilidade de horários. Confira a postagem feita pela barbearia, com mais informações:


Empresa procura estagiário em engenharia que seja “mestre Pokémon”
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Uma empresa de São Paulo quer contratar um estagiário para a área de Business Intelligence (inteligência empresarial, em inglês). A vaga é voltada para engenheiros –até aí, nada fora do comum. O inusitado é que eles estão em busca de alguém que seja um ''mestre Pokémon''.

Pokémon é uma popular série de games e desenhos animados, na qual personagens precisam capturar monstrinhos (os Pokémon), que são colocados para lutar entre si. Mestres Pokémon são os especialistas nessa ''arte'' da captura.

A franquia ganhou destaque recentemente com o lançamento do Pokémon Go, um jogo de celular no qual os usuários precisam encontrar monstrinhos escondidos no mundo real. O jogo virou febre nos países em que já foi lançado, mas ainda não tem data para estreia no Brasil.

A vaga é para trabalhar no GetNinjas, um site em que profissionais podem oferecer vários tipos de serviços, como assistência técnica para eletrônicos, aulas de idiomas e acompanhamento de idosos.

Mas o que ser um ''meste Pokémon'' tem a ver com as funções do estágio?

Segundo a GetNinjas, gostar dos personagens e do jogo indica que o candidato tem o perfil ideal para trabalhar na empresa, uma startup cheia de ''geeks'' –jovens apaixonados por tecnologia e cultura pop.

Além disso, a realidade aumentada – recurso utilizado pelo jogo – pode ser muito importante para o negócio no futuro, diz o fundador do GetNinjas, Eduardo L’Hotelier.

A realidade aumentada é a interação entre o mundo real com a realidade virtual, geralmente por meio de uma tela – como a de um smartphone ou tablet, por exemplo.

Gostar de games não basta para conquistar a vaga. Na descrição de requisitos, a empresa cita outras habilidades necessárias, como análise de dados, criação de relatórios e acompanhamento de indicadores.

O valor da bolsa estágio não foi informado. A empresa diz que oferece benefícios como plano de saúde, vale-transporte e vale-refeição.

Para se candidatar e ver mais detalhes, entre no site: http://zip.net/bxtqXG (link encurtado e seguro).


Depilar as costas e levar avó ao médico; veja pedidos inusitados de chefes
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Quem nunca reclamou do chefe? Alguns profissionais, porém, têm mais motivos para isso do que outros. Já imaginou se o seu chefe pede para levar a avó dele ao médico? Ou pior, para raspar os pelos de suas costas?

O site americano especializado em carreiras Careerbuilder fez um levantamento para analisar a avaliação que trabalhadores dos EUA fazem de seus chefes.

Segundo a pesquisa, mais de um em cada cinco entrevistados disse que já tinha recebido um pedido do chefe que não era relacionado ao seu trabalho.

Eles também apontaram algumas dessas tarefas. O Careerbuilder divulgou as mais incomuns, entre elas:

Raspar os pelos as costas do chefe 

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Tirar um guaxinim morto da sua caminhonete

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Terminar com a namorada (do chefe) por ele

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Experimentar um biscoito de cachorro

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Levar o celular do chefe ao conserto depois que tinha caído no vaso sanitário

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Levar a avó do chefe ao médico

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Alimentar os pássaros do jardim da casa do chefe

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Ainda bem que, de acordo com essa pesquisa, chefes ''sem noção'' são minoria, pelo menos nos EUA.

Ela apontou um grau considerável de satisfação dos funcionários, já que 62% classificaram o desempenho de seus superiores como ''A'' ou ''B''. Outros 22% deram uma nota ''C'', 10% classificaram como ''D'' e 6% ''reprovaram'' os chefes com a pior nota, um ''F''.

O levantamento também indicou que um chefe ruim pode levar, de fato, o funcionário a pedir demissão. Quase 2 em cada cinco entrevistados, ou 38%, disseram que já largaram um emprego por causa do superior.

A pesquisa foi realizada entre fevereiro e março deste ano, com 3.031 entrevistados que trabalham em empresas de diversos tamanhos e setores dos EUA.

Tags : emprego


Francês processa ex-empresa por ‘não fazer nada’ no trabalho
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Desnard diz que foi “colocado na geladeira'' e transformado em “profissional zumbi''

Passar o expediente matando o tempo no escritório pode ser a definição de emprego ideal para alguns. Mas para o francês Fréderic Desnard, 44, ter um trabalho entediante, em que ele ''não fazia nada'', foi razão para processar a empresa.

Ele entrou com uma ação na justiça do trabalho da França nesta segunda-feira (2), pedindo indenização de 360 mil euros (cerca de R$ 1,46 milhão) por danos morais e direitos trabalhistas.

O francês ganhava mais de 80 mil euros (cerca de R$ 325 mil) por ano no cargo de diretor de serviços gerais da companhia de perfumes de luxo Interparfums, segundo a agência de notícias France-Presse.

A falta do que fazer começou em 2009 e piorou em 2012, segundo ele, quando a empresa perdeu um grande cliente e passou a demitir parte da equipe.

Desnard diz que foi ''colocado na geladeira'' e transformado em um ''profissional zumbi'' e alega que isso lhe causou sérios problemas emocionais e de saúde.

O caso deve ser julgado por um tribunal de Paris em 27 de julho.

'Garoto'

Em entrevista ao jornal francês ''Le Monde'', disse que trabalhava ''entre 20 e 40 minutos por dia''.

Apesar da posição de diretor, Desnard afirma que seus superiores o chamavam de ''garoto'' e não lhe davam nenhum trabalho. Pediam apenas que fizesse tarefas pessoais para eles, como buscar os filhos na escola.

Desnard diz que chegou a ser mandado para casa, com um aviso de que seria chamado caso o chefe precisasse, o que não teria acontecido.

Ele afirma que essa situação lhe causou ''extremo cansaço''. ''Eu não tinha mais energia para nada. Me sentia culpado e envergonhado de ganhar um salário sem fazer nada. Tinha a impressão de ser invisível na empresa'', disse ao jornal francês.

Mercado em crise

Para o advogado de Desnard, Montasser Charni, trata-se de uma forma de assédio moral, que teria acarretado problemas de saúde para o seu cliente.

''Ele teve depressão e sofreu um acidente de trânsito em decorrência de um ataque epiléptico'', disse. Após o acidente, Desnard ficou sete meses em licença médica e, em seguida, foi demitido, em setembro de 2014.

Segundo Charni, o funcionário não teve coragem de reclamar para a empresa porque o mercado de trabalho passava por uma crise.

Empresa nega acusações

A empresa nega as acusações. O advogado da companhia, Jean-Philippe Benissan, afirma que o ex-funcionário nunca enviou sequer um e-mail reclamando de sua situação, nem alertou a fiscalização dos direitos trabalhistas.

Benissan disse, ainda, que o médico da empresa sempre atestou Desnard como tendo boas condições de saúde.

A companhia questionou a ''estratégia'' do ex-funcionário, afirmando que ele anteriormente recorreu à justiça do trabalho alegando estar sobrecarregado.

(Com AFP)


Sem escritório fixo? Veja espaços de trabalho gratuitos em São Paulo
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As novas tecnologias flexibilizaram a rotina de trabalho. Não é mais necessário ficar preso a uma baia em um escritório tradicional para fazer suas tarefas diárias.

Se você é um free-lancer, está criando um negócio próprio, ou apenas quer fugir um pouco dos seus colegas de firma, a cidade de São Paulo oferece vários ambientes tranquilos, com estrutura e ótimos para estimular a criatividade. Mas o melhor de tudo é que são gratuitos. Veja alguns deles.

Biblioteca de São Paulo

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Localizada onde antes ficava a prisão do Carandiru, a Biblioteca de São Paulo  tem espaços tranquilos de estudo e áreas para convivência, além de wi-fi gratuito.

Endereço: Av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Santana (ao lado da Estação Carandiru do Metrô)

Horário: de terça a sexta, das 9h às 21h. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 19h.

Biblioteca Mário de Andrade

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Você é daqueles que são mais produtivos na madrugada? Uma opção pode ser a biblioteca Mário de Andrade. As salas que não têm livros, como  espaços de estudo e de convivência, funcionam 24 horas por dia. Também tem wi-fi gratuito.

Endereço: Rua da Consolação, 94, Centro

Horário: todos os dias, 24h (sala de estudos, sala de convivência, salas expositivas e terraço). Para ver o horário dos demais espaços, acesse a página http://zip.net/bss2c6 (endereço encurtado e seguro).

Centro Cultural São Paulo

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Outro grande espaço com diversas áreas para trabalhar, bibliotecas e wi-fi gratuito. Além disso, o local apresenta espetáculos, exposições, cursos e oficinas, para ampliar os horizontes e estimular a criatividade.

Endereço: Rua Vergueiro 1.000, Paraíso

Horários: de terça a sexta, das 10h às 20h. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.

Coworking Spaces Fiap SU

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São dois espaços organizados pela Fiap (Faculdade de Informática e Administração Paulista) em parceria com a entidade educativa Singularity University: na avenida Paulista e Vila Olímpia.

Eles oferecem estrutura com salas, wi-fi e cafeteria, e foram criados para estimular o  desenvolvimento de startups. É gratuito, mas precisa fazer o agendamento no site antes de ir: http://zip.net/bhs2c8.

Endereços: Avenida Paulista, 1.106 – 7° andar / Rua Olimpíadas, 186, Vila Olímpia

Horário: Segunda a sexta-feira, das 9 às 18 horas.

Sesc

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Conhecido pelos eventos culturais e esportivos, o Sesc tem unidades que oferecem bons ambientes para quem gosta de trabalhar fora do escritório, além de bibliotecas, se o desejo é um canto mais tranquilo. Em alguns locias, há wi-fi gratuito, como Bom Retiro, Carmo, Consolação, Santana, Santo Amaro e Santo André.

Para ver os endereços e horários das unidades, acesse a página: http://zip.net/brs11P

Tags : emprego


Empresas se inspiram em pijamas para fazer roupas de escritório
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Há vezes que acordar cedo e entrar na roupa social é uma dificuldade para você? E, quando chega em casa, a primeira coisa que faz é vestir uma calça de moleton? Algumas marcas têm investido na ideia de aproximar o traje do dia a dia dos pijamas.

Pode parecer estranho, mas a ideia é lançar peças com tecidos e cortes que sejam mais confortáveis, inspiradas nas roupas de dormir ou relaxar em casa.

Veja essa lista, elaborada pelo site Inc.com (http://zip.net/bmsZT9, endereço encurtado e seguro).

Bammies

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O nome da marca é uma junção de duas palavras em inglês: business (negócios) e jammies (gíria para pijamas). Em seu site (http://zip.net/bts0yK), a empresa afirma que as roupas são confortáveis, mas chiques, e servem para os diversos compromissos do dia, do café da manhã de negócios ao coquetel para fazer networking. Elas variam de US$ 80 (cerca de R$ 303) a US$ 170 (cerca de R$645).

OnePiece

Essa é para quem trabalha em um ambiente menos formal. A OnePiece foi criada em 2007 por três noruegueses apoiada na ''arte da preguiça'', como diz no site da empresa (http://zip.net/bxs0Rs). A marca faz ''onesies'', espécie de macacão, uma peça única dos pés à cabeça. O visual pode parecer estranho, mas já foi adotado por celebridades, como Beyoncé, Justin Bieber, Paris Hilton, e até o presidente da companhia aérea Virgin, Richard Branson (foto). São vários modelos, mas o padrão custa US$ 119 (cerca de R$ 451).

Suitsy

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Seguindo a linha da peça única, o corretor de imóveis Jesse Herzog criou o Suitsy. Pode não parecer na foto, mas o terno, a calça e a camisa são uma coisa só. Para colocar e tirar a roupa, um zíper (escondido) desce do pescoço à virilha. Uma das vantagens apontadas por Herzog é que a camisa nunca fica para fora da calça. A roupa é vendida na plataforma online de financiamento coletivo Betabrand (http://zip.net/bssZ7J), e custa US$ 378 (cerca de R$ 1.433).

Dress Pant Yoga Pants

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Também vendida na plataforma Betabrand (http://zip.net/bwsZsR), a Dress Pant Yoga Pants é uma calça legging para o escritório. Ela é descrita como elástica e confortável, apropriada para praticar ioga, mas com um visual profissional. A calça custa US$ 78 (cerca de R$ 296) e, segundo o Betabrand, é de longe o produto mais popular da plataforma.

Suitjamas

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O contrário, um pijama inspirado nas roupas de escritório, também existe. Uma empresa australiana criou um pijama de seda no formato de um traje social completo, com paletó, calça, camisa e até gravata. OK, na realidade esse tem mais cara de piada, seguindo um episódio do seriado americano ''How I Met Your Mother'', em que um dos personagens, Barney Stinson, idealiza a peça. Mas ela realmente está à venda no site (http://zip.net/bmsZT8) e custa US$ 89 (cerca de R$ 338).


Empresa britânica quer dar folga para funcionárias que estão menstruadas
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Uma empresa britânica pretende dar dias de folga para suas funcionárias, quando elas estiverem menstruadas.

A ideia é da Coexist, uma empresa social que administra um espaço cultural na cidade de Bristol. Dos 31 funcionários, 24 são mulheres.

Em entrevista ao jornal ''The Guardian'', a diretora Bex Baxter afirmou que a intenção é sincronizar o trabalho com os ciclos naturais do corpo.

''Vi mulheres no trabalho se curvando de dor por causa da menstruação. Mesmo assim, elas sentiam que não podiam ir para casa”, disse Baxter. ''Algumas mulheres da minha equipe dizem que têm vergonha de admitir que estão sentindo dor.''

A diretora diz que os funcionários já têm liberdade para tirar folgas quando não estão bem, mas ainda não há uma regra a respeito disso. ''Queremos uma política que reconheça e permita às mulheres darem um tempo aos ciclos naturais do corpo [como a menstruação], sem rotular isso como uma doença.''

A diretora afirma que ela e sua equipe ainda vão formular a nova política e apresentá-la em um seminário no dia 15 de março.

Licença existe na China

Desde o início deste mês, as mulheres da província chinesa de Anhui podem tirar até dois dias de folga por mês caso sofram com cólicas menstruais, segundo o site da rede de TV americana CNN.

Para ter direito à licença, as mulheres devem apresentar um atestado médico. De acordo com a CNN, a folga por causa da menstruação já existe em outras províncias chinesas, como Shanxi e Hubei.

Outros países asiáticos, como Japão, Coreia do Sul e Indonésia, têm leis que permitem dias de folga durante a menstruação.

Invasão de privacidade

O site China.org afirma que uma pesquisa sobre o assunto foi feita no ano passado na província de Guangdong, onde o governo local também estava considerando criar a licença.

A pesquisa indicou que mais de 20% das mulheres não estavam dispostas a tirar a licença por diversas razões, como a exposição da intimidade e o atraso em tarefas do trabalho.

Médico defendeu medida

Em entrevista ao site do jornal britânico ''Daily Mail'', em 2014, o médico especialista em obstetrícia e ginecologia Gedis Grudzinskas afirmou que a licença menstrual aumentaria a produtividade e motivação das mulheres.

Para ele, muitas se sentem mal durante o período da menstruação, e ir ao trabalho é uma dificuldade. ''Quando você se sente assim, é mais difícil ter orgulho do próprio trabalho ou ter o mesmo desempenho''.

O médico defendeu que o período deveria ser de um a três dias por mês, independentemente da licença médica, porque ''não é uma doença, afinal de contas''.


Cone do silêncio, como o do Agente 86, ajuda a se concentrar no escritório
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Os fãs das séries de TV americanas devem se lembrar de Maxwell Smart, personagem principal de ''Agente 86″. Espécie de James Bond atrapalhado, o agente secreto também tinha seus artefatos tecnológicos para combater o crime. Um dos mais lembrados é o cone do silêncio, usado em conversas sigilosas com seu chefe.

Um estúdio de design da Finlândia criou uma peça que lembra bastante o tal cone. É uma espécie de capacete de feltro, projetado para dar mais privacidade em escritórios abertos, onde não há paredes ou divisões entre os funcionários.

A peça foi exibida na feira de móveis de Estocolmo, na Suécia, que terminou no dia 13 de fevereiro.

Ela pode ser usada de duas maneiras: com uma base, para segurá-la em cima da cabeça (como o cone do silêncio), ou apoiada em uma mesa, ao redor da tela do computador.

vivero_acoustic_tomoko_6_wasabi_salonen_abeA peça ''ajuda a criar imediatamente um território seu, eliminando elementos que interfiram na sua concentração, como barulhos ou distrações visuais'', diz o site onde é vendida. ''Ao mesmo tempo, ela sinaliza aos outros que você não deve ser perturbado.''

Como é de se imaginar, os criadores dizem que o objeto não elimina o barulho, mas o diminui consideravelmente e que, quando se fala ao telefone embaixo dele, as outras pessoas não conseguem ouvir a conversa tão bem.

A peça é assinada pelo estúdio MottoWasabi e vendida pela marca Vivero, que não divulgou o preço no site (http://zip.net/bgsVYv, link encurtado e seguro).

A série “Agente 86” foi produzida de 1965 a 1970 e teve uma nova versão em 1995. Em 2008, ela foi para os cinemas, com um filme estrelado por Steve Carell e Anne Hathaway.

Agente 86 e o cone do silêncio



Teste de emprego avalia como você reage a um pedido trocado no restaurante
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Chefes e recrutadores usam diferentes técnicas para selecionar candidatos a um emprego. Enquanto muitos não arriscam, optando por entrevistas tradicionais, testes e dinâmicas de grupo, outros preferem uma abordagem mais inusitada.

Esse é o caso de Walt Bettinger, presidente da Charles Schwab, multinacional de serviços financeiros. Ele prefere criar uma armadilha ao candidato e contou sua estratégia ao Vault, site americano sobre empregos e carreiras.

Bettinger diz que às vezes marca a entrevista em um restaurante, durante o café da manhã, mas chega antes do horário combinado. Então diz ao gerente do lugar: ''Quero que você erre o pedido da pessoa que vai tomar café comigo. Está tudo certo, vou dar uma boa gorjeta. Mas erre o pedido''.

Bettinger diz que faz isso para saber como o candidato se comporta quando recebe um prato diferente do que pediu. ''Vai me ajudar a entender como eles reagem às adversidades. Ficam chateados, frustrados ou compreendem?'', conta. ''É só mais uma maneira de olhar em seus corações, em vez de suas cabeças.''

Sucesso e fracasso

A entrevista, claro, não para por aí. Ele também pode perguntar sobre o maior sucesso e o maior fracasso do candidato. O objetivo é saber se sua visão de mundo gira ao redor de si mesmo ou dos outros. A resposta não deve ser narcisista. O melhor é falar sobre um fracasso ou sucesso da equipe em que trabalha.

A pergunta final

Ao final da refeição, ele faz uma última pergunta, mas muito importante, que deve ser respondida corretamente ou colocará em risco o sucesso na entrevista: qual o nome do garçom que os atendeu?

Bettinger diz que, durante a faculdade, manteve uma média perfeita de notas. Para garantir isso ao final do curso, precisava ter sucesso em uma última prova. Por isso passou horas estudando e decorando fórmulas.

Na hora do teste, o professor entregou apenas uma folha de papel em branco.

Ele então disse: ''Ensinei a vocês tudo o que podia sobre negócios nas últimas 10 semanas, mas a mensagem mais importante, a pergunta mais importante, é essa: qual é o nome da moça que limpa este prédio?''

''Isso teve um impacto poderoso. Foi o único teste em que fui reprovado na vida. E foi merecido'', diz Bettinger. ''Seu nome era Dottie, e eu não a conhecia. Eu já tinha visto ela, mas nunca perguntei seu nome. Eu tentei conhecer todas as 'Dotties' com quem já trabalhei desde então.''


Bilionário do petróleo paga até R$ 389 mil de bônus a cada funcionário
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Acha que o seu 13º salário está curto neste ano? Então, respire fundo para não ficar desanimado com esta notícia.

Um bilionário americano do petróleo pagou um bônus de até US$ 100 mil (cerca de R$ 389,1 mil) para todos os seus funcionários, segundo a imprensa norte-americana.

Jeffery Hildebrand, 56, dono da texana Hilcorp Energy, deu o “incentivo” aos cerca de 1.400 trabalhadores, totalizando mais de US$ 100 milhões (R$ 389,1 milhões), informa a revista “Forbes”. O valor que cada um recebe varia de acordo com o tempo que está na empresa nos últimos cinco anos.

Parece bastante dinheiro, mas não deve fazer muita falta a Hildebrand, que tem uma fortuna estimada em US$ 5,9 bilhões (cerca de R$ 23 bilhões), segundo a própria ''Forbes''.

Não é a primeira vez que o magnata concede prêmios generosos aos empregados.

Há cinco anos, quando a Hilcorp atingiu sua meta de dobrar a produção de gás e petróleo, cada funcionário pôde escolher entre US$ 35 mil em dinheiro ou US$ 50 mil na compra de um carro zero.